Charing Cross Station


     (Guia Londres - Publifolha) O nome tem origem nas últimas 12 cruzes construídas por Eduard I, em 1290, para assinalar o trajeto de sua mulher, Eleonora de Castela, de Nottinghamshire até a Abadia de Westminster. Uma réplica do século 19 ergue-se no pátio da estação de Charing Cross. Tanto a cruz quanto o Hotel Charing Cross, construídos na frente da estação, foram projetados por E.M. Barry (1863), um arquiteto da Royal Opera House.

   Sobre as plataformas da estação ergue-se um shopping center e um prédio com escritórios, concluídos em 1991. Projetado por Terry Farrel, o conjunto assemelha-se a um transatlântico com suas vigias sobre a Villiers Street. O prédio pode ser melhor apreciado do rio. Os arcos na parte posterior da estação foram reformados para abrigar pequenas lojas e cafés, bem como um novo local para o Players Theatre, último music-hall vitoriano.




Charing Cross Station no final do século XIX


"Deveras! Minha patroa disse que talvez o senhor viesse fazer-lhe uma visita. Ela foi embora com o marido hoje de manhã, no trem que parte às cinco e quinze de Charing Cross para o continente". [trecho de Um Escândalo na Boêmia]

 

- "Venha, Watson, venha! O jogo começou! Nem uma palavra! Vista-se e venha!

Dez minutos mais tarde, estávamos numa carruagem, atravessando ruas silenciosas a caminho da Estação de Charing Cross". [ trecho de Abbey Grange]

 

"Bem, Hopkins, cá está Charing Cross, e dou-lhe os parabéns por ter concluído com sucesso seu caso. Com certeza vai para a Scotland Yard. Quanto a nós, Watson, creio que nosso destino é a embaixada russa". [trecho de O Pincenê Dourado]



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